'data:blog.isMobile ? "width=device-width,initial-scale=1.0,minimum-scale=1.0,maximum-scale=1.0" : "width=1100"' name='viewport'/> A MAGIA DA DEUSA: Deuses
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quinta-feira, 24 de junho de 2010

BRIDGE, BRIGH, SANTA BRÍGIDA, TODAS EM UMA SÓ

É dificil, muito dificil, dizer quem é Brighd... Deusa do fogo, das artes, dos encantos, filha de Dagda, o Bom Deus. Bridge, como tambem é chamada, posui varios nomes, varias pronuncias... Brig é uma Deusa tripla, enquanto donzela EU a vejo, dentro das minhas pesquisas, com o nome de Erin. Enquanto mãe eu a vejo com o seu nome, Brighd, e em sua face anciã, a chamo por Dana, ou Danu, ou D'annan. É assim que eu vejo, vocês podem ver de outra maneira... mas esta é como vejo.

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Brigit é a Deusa Tripla do Fogo e foi venerada por toda Bretanha e Europa. Ela está particularmente associada ao Imbolc, o primeiro dos 4 grandes festivais célticos do ano. Ela preside o fogo, a beleza e todas as Artes.

A Deusa Brigit é a deusa da inspiração e sempre era convocada e agraciada pelos bardos da antiguidade.
Brighid, que significa "luminosa"é uma Deusa tríplice do fogo da inspiração, da ferraria, da poesia, da cura e da adivinhação. Isto é, as funções que lhe atribuem são triplas, correspondentes às três classes da sociedade indo-européia:

- Deusa da inspiração e da poesia

- Protetora dos reis e dos guerreiros

- Deusa das técnicas

Brigit também foi uma Deusa muito vinculada à curas (com ervas) e lhe eram atribuídos mágicos conhecimentos das propriedades curativas das plantas.

Como conhecedora desses mistérios é uma Divindade vinculada à Bruxaria, já que as bruxas sempre foram, na antiguidade, mulheres de avançada idade que possuíam um vasto conhecimento sobre as propriedades naturais e intrínsecas das plantas para todo o tipo de uso medicinal.

Brigit assumiu inúmeros aspectos e atributos através dos tempos. Suas cores sagradas são o vermelho, o laranja e o verde. Cada uma dessas cores representa um atributo de Brigit. O vermelho simboliza o fogo da forja, da lareira que aquece e alimenta. O laranja representa a luz solar, pois antes da ascensão patriarcal de Deuses como Bel e Lugh o patamar de Deuses solares, era a Brigit que o Sol era consagrado. O verde representa as fontes e ervas que curam, no papel de Brigit como Curandeira.

SEUS SÍMBOLOS
Seus símbolos são a haste e a roca de fiar, a chama sagrada, a espiral, o triskle, o torc, o pote de fogo e seus sapatos de latão.
Dias: Segunda-feira, terça-feira e sexta-feira.

ANIMAIS SAGRADOS
BRIGIT possui 4 animais sagrados: a cobra, a vaca, o lobo e o abutre.


A Cobra é a "Serpente Criadora" que era guardada em seus santuários onde oráculos eram revelados aos homens.
O seu segundo animal é a Vaca Sagrada.
Seu abundante leite nutre humanos e crianças. Ela é conectada com o lobo,pois ele é um dos animais totem das Ilhas britânicas.
E em seu aspecto de Deusa da Morte, ela está associada com o Abutre ou outras aves de rapina.
Igualmente lhe é sagrado o cisne, tanto o branco quanto o negro. Os antigos povos europeus acreditavam que o cisne era o resultado da união da serpente com o pato, simbolizando o fogo e a água respectivamente, ambos sagrados para Brigit.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

A Grande Deusa e o Grande Deus



Divindades da Wicca
Os wiccanianos celebram o casal divino: a Deusa Mãe e o Deus Cornífero.
Esses dois possuem muitas faces - faces representadas por diversos deuses e deusas em várias culturas espalhadas pelo mundo. A Grande Deusa tem três faces( Dozela, Mãee Anciã) O Mesmo Acontece com o Grande Deus (Jovem Guerreiro, Pai e Ancião).
A Grande Deusa

A Grande Mãe é a face mais conhecida da Deusa e pela qual Ela é mais chamada desde o começo dos tempos. A Deusa como Mãe simboliza aquela que dá a vida, mas também pode tirá-la, assim como tudo na Natureza. Ela se preocupa com seus filhos, ela é fértil, sexual, justa, segura de si.
Como as outras faces, a Mãe também foi representada em diversas culturas do mundo e teve muitos nomes, tais como Deméter, Ísis, Freya.
Você pode entrar em contato com a Mãe sempre que tiver que fazer qualquer tipo de escolha, pedir bênçãos e proteção, agradecer por algo conseguido, pedir conselhos sobre que caminho tomar, ou mesmo quando busca estar em paz.
Muitos acreditam que a adoração a uma Deusa Mãe tenha sido a primeira forma de religiosidade dos povos antigos, mesmo no período Paleolítico. Há muitas evidências arqueológicas como estátuas, amuletos, cerâmicas e pinturas nas cavernas sugerindo algo desse tipo.
Uma grande evidência desse culto antigo vem das numerosas estátuas de mulheres grávidas com seios, quadris, coxas e vulvas exagerados. Os arqueólogos chamam essas imagens de “Vênus”. Tais estátuas foram encontradas na Espanha, França, Alemanha, Áustria, Checoslováquia e Rússia e parecem ter pelo menos dez mil anos.
São objetos particularmente interessantes porque mostram que a fertilidade da mulher era vista como sagrada. Talvez por isso exista uma relação tão grande entre a mulher e a Terra como um todo, pois os antigos viam como a energia criadora, que dava à luz uma nova vida, era feminina.
Vale salientar aqui, no entanto, que isso jamais teve o intuito de afirmar que os povos antigos acreditavam única e exclusivamente numa Grande Mãe; afirmar isso seria ignorar toda a crença politeísta que guiou os dias de outrora. O Sagrado Feminino não significava UM Sagrado Feminino, mas a sua representação.
Na Wicca, o Sagrado Feminino é muitas vezes chamado como “A Deusa dos Dez Mil Nomes”, em função da variedade de cultos a deusas em toda a história das civilizações. Isto não significa que exista, na verdade, uma só Deusa que tenha tantas faces, mas que todas essas faces sejam divindades distintas. A denominação única “Deusa” não nos leva a um monoteísmo; pelo contrário! Apenas usamos para denominar essa crença no Sagrado Feminino como um todo.
Na Wicca, a Deusa é tríplice, tendo três faces, que representam as faces da vida das mulheres: donzela, mãe e anciã.
Algumas correspondências:
Sabbats relacionados: Solstício de verão, solstício de inverno.Animais: Pomba, gato, vaca.Cores: vermelho, verde, púrpura, cores fortes.
Grande Deus

Deus Cornífero
O Sagrado Masculino também existe sob muitos nomes, entre eles Pan, Osíris, Dioniso, Herne, Cernunnos. Trata-se da representação masculina da divindade. Os deuses têm muitas formas e nomes, mas um dos aspectos predominantes em cultos antigos era o do Deus Chifrudo.
Calma, não é “o diabo”. Nas civilizações antigas dos homens e na Natureza, os chifres são uma representação do poder, masculinidade. Chifres sempre foram sinal de algo Divino. Na Babilônia, por exemplo, o grau de importãncia dos deuses era identificado pelo número de chifres atribuídos a ele. Além disso, os chifres foram incorporados pelos homens ainda na Idade da Pedra, quando eles perceberam que se vestir como o animal facilitaria a sua aproximação durante a caça.
Temos inicialmente, então, um Deus da Caça. Mais tarde, vieram novas atribuições, como a de deuses protetores das florestas, deuses dos animais, deuses da chuva, deuses do vinho, deuses da colheita, entre muitos outros.
O Deus Cornífero foi transformado no Diabo pelos cristãos com o simples e único objetivo de acabar com o culto das bruxas na Europa Ocidental. Não havia outra razão. Muitos antes de o Cristianismo emigrar dos desertos de Jerusalém, o Deus de Chifres era tido como o símbolo da vida, da sexualidade, do êxtase e da liberdade.
No entanto, muitas deidades pagãs foram absorvidas e adaptadas pelo Cristianismo. A própria história de Jesus é baseada em muitos mitos pagãos, de Osíris a Dioniso. Levando em consideração que tais deuses já existiam muito antes do período cristão, podemos ver que não se trata de coincidência. Eram as crenças mesmo da época.
Quando os humanos caçadores começaram a desenvolver uma sociedade agrícola, mantiveram consigo as antigas deidades do mundo selvagem. O deus com chifres de gamo da floresta foi transformado no deus com chifres de bode dos pastos. Isso em grande parte pela necessidade de domesticarem animais numa sociedade agrícola. O deus das florestas tornou-se então o deus das colheitas.
É a face do sagrado masculino que exerce domínio sobre as florestas. Ele representa tudo o que é livre; é o Caçador que representa a renovação, vitalidade, força e fertilidade. É o Deus da Caça, tão clamado pelos homens desde o período Paleolítico.
Seus nomes variam de época e cultura, sendo que alguns exemplos são Cernunnos, Pã e Dioniso.
Aspectos da vida relacionados ao Deus Cornífero:
- Atrair coragem, garra e vigor;
- Trazer fertilidade e gravidez;
- Livrar-se do estresse;
- Atrair o vigor sexual;
- Aumentar a perceopção e os instintos;
- Resolver problemas difíceis;
- Estabilizar situações;
- Atrair prosperidade e riqueza;
- Buscar a razão;
- Invocar os poderes da fartura e da prosperidade.



Jesus pode ser considerado uma face do Deus Cornífero?
Não. São egrégoras totalmente diferentes.
Quando falamos em egrégoras, estamos falando basicamente de formas de culto e energias geradas em torno disso.